O empresário e dirigente político Carlos Bernardo pretende levar à Câmara dos Deputados uma agenda de desenvolvimento para Mato Grosso do Sul, com ênfase na geração de emprego e renda, fortalecimento da agricultura familiar, apoio às pequenas e médias empresas, infraestrutura, saúde, educação e atenção prioritária aos setores mais vulneráveis. Sua proposta também contempla um ambicioso programa de integração e desenvolvimento da faixa de fronteira, de Corumbá a Mundo Novo.

CAMPO GRANDE, Mato Grosso do Sul. — Com a bandeira do trabalho, da geração de oportunidades e uma visão de desenvolvimento sustentável, Carlos Bernardo afirma sua intenção de representar Mato Grosso do Sul na Câmara Federal, apresentando um projeto político que busca integrar as diferentes regiões do Estado e transformar antigas reivindicações sociais e econômicas em políticas públicas concretas.
Sua proposta parte de uma premissa central: o crescimento econômico deve se traduzir em melhores condições de vida para as famílias, especialmente para aquelas que historicamente tiveram menos oportunidades de acesso ao emprego, à capacitação, à saúde, à educação e à geração de renda.
A proposta contempla uma ampla agenda que vai desde o fortalecimento da economia familiar e da agricultura familiar até a construção e ampliação da infraestrutura hospitalar, recuperação de rodovias, apoio a empreendedores e pequenas e médias empresas, além de iniciativas destinadas a potencializar o desenvolvimento das diferentes microrregiões do Estado.
Um dos eixos que Bernardo pretende impulsionar a partir do Congresso Nacional é o desenvolvimento integral da faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul, de Corumbá a Mundo Novo, levando em consideração as particularidades econômicas, sociais e geográficas de cada região.
A proposta busca transformar a fronteira em um espaço de oportunidades, integração e desenvolvimento econômico, por meio de investimentos em infraestrutura, saúde, educação, segurança, logística, comércio e geração de empregos.
Para o dirigente, as regiões fronteiriças não podem ser tratadas apenas como áreas de trânsito comercial ou de vigilância. Elas precisam de políticas públicas permanentes que permitam aproveitar sua localização estratégica e transformá-la em uma vantagem para o desenvolvimento regional.
Nesse contexto, Bernardo pretende buscar recursos federais e articular projetos com os governos estadual e municipais para fortalecer as estruturas existentes e atrair novos investimentos.
Outro pilar do projeto é o fortalecimento da agricultura familiar, considerada uma ferramenta fundamental para garantir renda, estimular a produção local e manter ativas as economias de numerosos municípios.
A proposta contempla a busca de recursos e programas federais que permitam melhorar o acesso à tecnologia, capacitação, assistência técnica, infraestrutura produtiva e mercados para os pequenos produtores.
A isso se soma uma política de estímulo às micro, pequenas e médias empresas, com o objetivo de facilitar a geração de empregos e ampliar as oportunidades para empreendedores.
A visão apresentada é de que o desenvolvimento econômico não fique concentrado exclusivamente nos grandes centros urbanos, mas possa se estender às diferentes microrregiões de Mato Grosso do Sul.
Carlos Bernardo também coloca a infraestrutura viária entre as prioridades de sua eventual atuação parlamentar.
A proposta prevê trabalhar na busca de recursos para obras de pavimentação, recuperação e manutenção de rodovias, além de projetos destinados a melhorar a conectividade entre municípios e regiões produtivas.
A lógica é direta: sem estradas adequadas não existe desenvolvimento sustentável, pois as deficiências logísticas aumentam os custos de produção, dificultam o acesso aos mercados e acabam afetando diretamente produtores, comerciantes e consumidores.
O projeto também prevê incentivar a construção, ampliação e modernização de hospitais, buscando recursos federais para fortalecer a estrutura de saúde e reduzir as desigualdades existentes entre os grandes centros urbanos e os municípios do interior.
Entre as antigas reivindicações que Bernardo pretende colocar novamente no centro da discussão política está a problemática das erosões, especialmente no Vale do Ivinhema, em Batayporã e em outras áreas afetadas.
A proposta parte da necessidade de encontrar soluções definitivas para os danos provocados por processos erosivos que se agravaram ao longo dos anos, em alguns casos associados a transformações ambientais e ao desmatamento ocorrido em períodos anteriores.
O objetivo é buscar recursos e projetos técnicos que permitam recuperar as áreas afetadas, conter o avanço das erosões e proteger estradas, propriedades rurais, cursos d’água e áreas produtivas.
A intenção é que o problema deixe de ser tratado apenas de forma emergencial e passe a integrar um programa permanente de recuperação ambiental e prevenção.
A proposta política também dedica atenção especial a dois setores considerados estratégicos: os jovens e os idosos.
Para a juventude, Bernardo pretende buscar recursos destinados ao fortalecimento da formação profissional e à ampliação das oportunidades de capacitação, permitindo que os jovens ingressem no mercado de trabalho com melhores ferramentas e qualificação.
A formação técnica e profissional aparece, dessa forma, como instrumento para combater o desemprego e, ao mesmo tempo, atender às necessidades de mão de obra qualificada existentes em diferentes setores da economia.
Para os idosos, a proposta contempla iniciativas destinadas a criar oportunidades de renda complementar e atividades produtivas, respeitando suas capacidades e experiências e permitindo que continuem contribuindo para a economia familiar.
A ideia, segundo o projeto apresentado, é que a idade não seja uma barreira para aqueles que ainda desejam trabalhar, empreender ou transmitir seus conhecimentos às novas gerações.
Carlos Bernardo defende que o crescimento de Mato Grosso do Sul deve estar acompanhado por uma visão de desenvolvimento sustentável e responsabilidade social.
Sua proposta busca combinar expansão econômica, proteção ambiental, geração de empregos e melhoria dos serviços públicos.
Nessa perspectiva, ele propõe uma articulação permanente entre autoridades federais, estaduais e municipais, além da participação direta dos setores produtivos e da sociedade civil.
O objetivo é construir projetos que não dependam exclusivamente de uma determinada administração, mas que possam se transformar em políticas de Estado, com continuidade e planejamento de longo prazo.
Com essa plataforma, Carlos Bernardo coloca seu nome no cenário político de Mato Grosso do Sul com a intenção de disputar um espaço na Câmara Federal e representar os interesses do Estado em Brasília.
Seu discurso procura combinar as grandes demandas de infraestrutura e desenvolvimento econômico com políticas sociais destinadas às famílias mais vulneráveis.
A proposta tem como eixo uma concepção de Estado baseada na cooperação entre autoridades e população, sob a premissa de que o progresso deve ser construído a partir dos municípios e das comunidades em direção às estruturas estaduais e federais.
Da agricultura familiar às grandes obras de infraestrutura; da capacitação profissional dos jovens às novas oportunidades para os idosos; da saúde pública à recuperação de áreas afetadas pelas erosões, Bernardo pretende apresentar uma agenda ampla para Mato Grosso do Sul.
Com a bandeira do trabalho e uma visão de desenvolvimento regional integrado, Carlos Bernardo afirma que sua eventual chegada à Câmara Federal terá como prioridade transformar as demandas históricas das diferentes regiões de Mato Grosso do Sul em projetos, recursos e investimentos capazes de gerar empregos, fortalecer as economias locais e melhorar a qualidade de vida da população.