Empresário destaca que os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento humano e defende políticas públicas voltadas à educação, saúde, segurança e oportunidades desde a gestação.

Neste 13 de julho, Dia do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o empresário e pré-candidato a deputado federal Carlos Bernardo reforçou a importância da proteção integral da infância e da construção de políticas públicas que garantam melhores condições de desenvolvimento para crianças e adolescentes em todo o Brasil.
Sancionado em 13 de julho de 1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.069/1990) representou um dos principais avanços na garantia dos direitos da população infantojuvenil brasileira, estabelecendo que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e que sua proteção é uma responsabilidade compartilhada entre família, sociedade e poder público.
Para Carlos Bernardo, defender a infância significa investir diretamente no futuro do país. Segundo ele, os primeiros anos de vida são fundamentais para a formação intelectual, emocional e social de cada cidadão.
“Os primeiros mil dias são decisivos para o desenvolvimento do cérebro e para a formação do cidadão. É nesse período que se constrói a base de uma pessoa. Eu costumo comparar com um grande computador: a qualidade das informações que ele recebe no início faz toda a diferença no seu funcionamento”, afirmou.
Carlos Bernardo destacou que o período entre a gestação e os primeiros anos de vida exige atenção especial, com investimentos em saúde, alimentação, estímulos adequados e educação.
“Com uma criança acontece o mesmo. Se ela recebe alimentação adequada, estímulos, educação e cuidado desde a gestação até os três anos de idade, ela desenvolve muito melhor suas capacidades. Quando isso não acontece, as dificuldades ao longo da vida podem ser maiores”, ressaltou.
A defesa da valorização da primeira infância está baseada em pesquisas científicas que apontam essa fase como determinante para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Estudos indicam que os estímulos, cuidados e experiências vivenciados nos primeiros anos influenciam diretamente a aprendizagem, a saúde e a capacidade de adaptação das pessoas durante toda a vida.
Criado pela Lei nº 8.069/1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente completa 36 anos em 2026, consolidando direitos previstos na Constituição Federal de 1988, como o acesso à vida, saúde, educação, convivência familiar e comunitária, lazer, profissionalização e proteção contra qualquer forma de negligência, violência, exploração ou discriminação.
Entre os principais pilares do ECA está o princípio da proteção integral, que determina prioridade absoluta às crianças e adolescentes nas políticas públicas e nas ações desenvolvidas pelo Estado e pela sociedade.
Ao destacar a importância da data, Carlos Bernardo afirmou que cuidar da infância é uma responsabilidade coletiva e representa uma estratégia essencial para construir uma sociedade mais preparada, justa e com maiores oportunidades para as próximas gerações.
“A criança de hoje será o cidadão que conduzirá o futuro do nosso país. Garantir direitos, educação e oportunidades desde o começo da vida é uma das maiores responsabilidades que temos como sociedade”, concluiu.